terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Be Stupid!

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Acho que sim. Quero dizer, não...Opá, não sei!

Desde há uns tempos para cá que me cruzo diariamente com uma pessoa que tem o hábito irritante de responder a tudo com "Sim!". Quando lhe pergunto " De certeeeeza?" e me responde com um tímido "Não...", lembro-me sempre disto:

quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

Slow movement

Desconfio que há pessoas que em vez de cérebro, têm tartarugas dentro da cabeça.

sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Parabéns, Su!

Hoje é sexta-feira!

" Take me out tonight
where there's music and there's people
and they're young and alive
(...)
Take me out tonight
take me anywhere, I don't care"

quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

Quando for grande...

...quero ser um Milan Kundera pequenino. Ou um George Carlin. De preferência, uma mistura dos dois. No feminino, claro.

Acho que hoje acordei assim um bocadinho, vá...mal-disposta!




terça-feira, 26 de Janeiro de 2010

Hoje há cinema

Infelizmente, será naquele sítio que tem nome espanhol. Mas quando os bilhetes são oferecidos, é feio fazer pouco do anfitrião, não é verdade?

segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010

The time is now!

Histórias de desconhecidos que sem aviso deixaram de regressar ao emprego que os tornava miseráveis eram murmuradas em conversas de corredor, transformando os seus personagens em heróis e ganhando o formato de mitos urbanos. E no final havia sempre alguém que dizia: "Um dia faço isso. Juro! Um dia vou sair daqui, sem olhar para trás!" Mas os dias passavam, a rotina mantinha-se, e aquele que um dia fez a promessa de seguir as pegadas do seu herói ia ficando. "Isto está difícil. A situação do país não está fácil...Vou esperar mais uns meses, pode ser que as coisas mudem", dizia em voz alta, para si e para quem passava, tentando assim justificar o incumprimento da sua promessa. Secretamente sabia que as coisas não mudavam. Reuniões seguidas de novas reuniões, anos a fio de promessas vazias e as coisas nunca mudavam. Sentia que o seu tempo estava a passar cada vez mais depressa e que tinha perdido a capacidade de arriscar.

Mas um dia, sem sequer adivinhar que o ia fazer, saiu para almoçar e não voltou. Encheu-se de coragem, ou de cansaço, ou de loucura, ou de outra coisa qualquer que ainda hoje não consegue explicar, entrou no carro e começou a conduzir sem parar. E assim, sem uma palavra de aviso, partiu e nunca mais regressou ao sítio onde era infeliz.

Meses depois ouviu a sua história contada por outros que não conhecia, numa hora de almoço que não era sua. Mais uma vez alguém, que não sabia quando nem como, prometeu fazer o mesmo. Tinha vontade de dizer aquele estranho que o seu tempo ia acabar por chegar. Que um dia também ele iria ter coragem de mudar, sem sequer olhar para trás. Com um sorriso de quem esconde um segredo valioso, bebeu o café e acabou por sair em silêncio. Tal como ele, aquele homem iria acabar por descobrir que afinal os feitos que se transformam em mitos estão ao alcance da vontade de qualquer um. Para quê estragar-lhe a surpresa?

Se há coisas que me fazem comichão...

...o fim do Tonight Show com o Conan O'Brien é uma delas.

quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010

As conversas dos outros

Falar ao telemóvel numa casa-de-banho pública é ritual que me diz pouco, e que imagino confuso. Segurar o telefone, a roupa, a mala, procurar o papel higiénico, descobrir entretanto que não há, tentar tirar um lenço de papel do pacote que está preso algures no fundo da mala...E tudo em pleno equilíbrio circense, enquanto tentamos manter uma conversa com quem nos ouve do outro lado, sem que perceba que estamos literalmente a "fazer xixi" para o facto de ter encontrado chinelos que não os seus debaixo da cama.

Mas hoje deparei-me com um misto de absurdo e genial! Assim que entrei no espaço público, percebi que uma das vozes que ouvia não devia lá estar. Depois de alguns segundos e sons distorcidos, reconheci o que seria um telemóvel em alta-voz! (Ou seria mãos livres?) Um bocadinho demais para a privacidade dos meus xixis, mas brilhante em desenrascanço. Enquanto terminava o que tinha para fazer, entre o puxar do papel e o barulho da água a escorrer, alguém ia ficando a saber quem é que tinha de fazer o quê no trabalho que tinham para entregar não sei quando. Sem sequer pensar que estava a partilhar a sua conversa comigo e com o mundo. Depois de lavadas as mãos, e ainda com a conversa no auge, saiu agarrada à mala, ao telemóvel e a um pacote de bolachinhas. Parece que afinal os homens têm razão: as mulheres vão sempre acompanhadas para a casa-de-banho, mesmo quando estão sozinhas.

sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010

E esta chuvinha que não nos larga, hein?

Se continuar a chover por muito mais tempo, eu JURO que vou acabar por ter um caso isolado de depressão sazonal, cuja cura dependerá directamente da aquisição de uma destas...


...ou de doses excessivas disto:

Vamos lá ver se nos entendemos!

Gostar de homens sensíveis não é bem o mesmo que gostar de mariquinhas pé de salsa. Homens de 30 anos que falam como se tivessem 5, enjoam e só podem sofrer de uma qualquer doença mental ainda não descoberta pela ciência.

Por outro lado, frases como "as mulheres devem ser tratadas como os cavalos" ou " com vocês é como ir à pesca: nunca se sabe se o balde volta cheio ou vazio" têm piada...mas não vos levam muito longe.

quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

Hoje apetece-me...

...ver episódios disto até ficar com o cérebro em papa. Ou adormecer.

quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010

Anatomia

Acho que não sinto a ponta dos dedos dos pés desde o nevão da passagem-de-ano.

Quero muito, muito, muito....

...ir ao cinema ver este filme.

quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Não sei se alguma vez partilhei isto, mas...

...gosto tanto de ir ao El Corte Inglês como da ideia de ficar sem os dois dentes da frente.

segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

2 vestidos, 1 camisola e alguma roupita interior

Sim, acertaram. Hoje foi dia de saldos. Não entrei na euforia consumista do costume, e até fui bem contida nas comprinhas que fiz. Depois de horas passadas em várias superfícies comerciais comecei a achar que os saldos deste ano deveriam ser chamados de "restos", ou de "compra aqui as coisas ridículas que ninguém mais vai querer usar, nunca na vida, jamais em tempo algum". Não sei o que se passou nos primeiros dias, mas a única explicação que encontro para o estado em que encontrei as lojas é a de que foram pilhadas assim que uma das meninas colou no vidro o cartaz a informar "menos 50%".

Estes saldos, para além da constante sensação de estar em plena feira de Carcavelos, deparei-me com o novo conceito de "artigo de continuidade". Pelo que percebi, são as peças que podem ser usadas em qualquer estação e que apesar de fazerem parte da colecção de Inverno, os lojistas não as querem colocar na prateleira das promoções, pois mais tarde vão juntá-las à nova colecção de Verão. Mesmo que isso signifique ter camisolas parecidas com bolas de pêlo, ou com o cão da minha vizinha de baixo, à venda em pleno mês de Junho. "Veja...como não tem mangas, pode ser usado como colete no Inverno e top no Verão. Não é o máximo?"

Fiquei com saudades dos saldos "à antiga", com tudo ao preço da chuva, para poder aproveitar e comprar aquelas coisas que no resto do ano ficam mais fora do orçamento. Desta vez acabei mesmo a comprar o que poderia comprar numa qualquer ida às compras, sem olhar para a etiqueta dos preços e apenas porque me estava a apetecer. O único sítio em que entrei e me pareceu impossível conseguir respeitar o orçamento foi numa dessas livrarias grandes e bem conhecidas. Como os livros raramente ou nunca estão em saldos, acabei por me vir embora sem nenhum saquinho e com a promessa de ler primeiro todos os que ainda estão a aguardar a vez na mesa de cabeceira.

Do pouco que trouxe para casa, destaco a compra mais difícil de todas: pantufas para a minha sobrinha. Mais uma vez ficou comprovado que o mercado não está preparado para as crianças entre os 2 e os 3 anos. Tal como os brinquedos, que ou são para recém-nascidos, ou quando são "fixes" não podem ser brincados por menores de 3, o mesmo se aplica ao mundo da pantufa. Nesta luta, acabaram por ganhar as meias "anti-derrapantes".

Depois desta má experiência, apenas faço um apelo: Já que os saldos deste Inverno foram tão mauzinhos, será que dava para criar uma medida nacional que impedisse os senhores que vendem sapatos giros de cobrar mais de 20 Euros por cada par? É só uma ideia...

domingo, 3 de Janeiro de 2010

"...and a Happy New Year"

2010 começou num sítio diferente de todos os anteriores, cheio de velhos e novos amigos. Começou com frio, com chuva transformada em flocos, com champanhe à volta da fogueira, vinho tinto do melhor e uma gaffe que por minutos nos transportou a outro ano. 2010 começou sem passas, sem desejos e sem chave de casa, mas com gargalhadas, com árvores demasiado próximas de carros, com bolas de neve atiradas a horas impróprias, com danças toscas e abraços apertados. 2010 começou no meio do nada, mas cheio de tudo, e com a certeza absoluta de que este será diferente. A todos, um bom ano. E se o último até foi bonzinho, que este seja bem melhor.

terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

Hoje há cinema


segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

Hoje apetece-me...

...ter um bocadinho mais de paciência que o habitual. Pode ser? Se houver uma dose a mais de tolerância, também aceito. É que acho que deixei a minha em casa e já estou no meu limite a estas horas. Se continuar assim, acabo o dia com os nervos em franja, e dizem por aí que isso faz mal à saúde.

sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009

E para o jantar...?

Pequenos-almoços colados a almoços prolongados e tardios, que se acabam por transformar em lanches ajantarados de Natal...acho que não faço a digestão há três dias! Comi tanto nesta última semana, que vou acabar a hibernar, mesmo sem querer. Mas antes, vou fazer um origamizinho, o meu mais recente desporto de sofá. Pode ser que ajude a "desmoer".

quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

Last minute shopping

Quando saí do trabalho ao final da tarde de ontem, apercebi-me que tinha de cometer a loucura de me ir enfiar dentro de uma superfície comercial para fazer a última compra de Natal. Ainda por cima, tinha de entrar dentro de um hipermercado, coisa que só de pensar me estava a dar vontade de cortar os pulsos devagarinho, com uma faca de manteiga. E o trânsito que estava espalhado pela cidade aquela hora…"que terror!", pensei. Para grande surpresa, e ao contrário do que acontecia no resto de Lisboa, as estradas que me levam de Benfica a Alfragide não tinham vivalma. Aproveitei o caminho para me mentalizar da loucura que iria ser entrar nas lojas cheias de gente sedenta de compras e presentes. Tal como previsto, assim que cheguei perto do parque de estacionamento, desanimei completamente. Letras vermelhas anunciavam que estava completo! Completíssimo! Cheio, quase a rebentar pelas costuras. Com a paciência do meu Gigante, lá conseguimos descobrir um lugar de estacionamento livre. Respirei fundo, saí do carro e preparei-me para o pior. Mas, assim que subi as escadas rolantes e coloquei o pé no piso zero deparei-me com um espaço comercial quase vazio, quase a roçar o agradável. Fiz as compras no hipermercado sem grande esforço, jantei sem problemas e até regressei a casa com menos cabelos brancos. (Sim, na minha cabeça é possível cabelos brancos regenerarem-se e voltarem à cor natural! Pelo menos eu vou continuar a pensar assim...)

Esta compra de última hora feita em ambiente tão pacífico, sem gritos e empurrões, troca de mimos nos corredores ou correrias de qualquer género, deixou-me curiosa. Onde raio estavam escondidas todas as pessoas que deixaram o carro estacionado no parque?? Cadê os milhares que deveriam estar a pilhar aquele espaço? Estavam todos na Fnac? Nas filas para embrulhar presentes?? Será que o Allegro tem uma passagem secreta para um piso a que só alguns têm acesso, não sendo eu uma deles? Terei entrado num remake do Twilight Zone? Sem resposta a estas questões, voltei para casa feliz, mas terrivelmente intrigada. Afinal onde é que estava o tal stress natalício que me prometeram?!? Para o ano vou lá voltar, mas só para tirar as teimas.

quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

" We wish you a merry christmas..."

segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

Este Domingo fiquei mais perto

Em jeito de intervenção, e como obviamente não me podiam oferecer o verdadeiro, recebi isto para juntar dinheiro, comprar um novo e livrar-me do Ax de uma vez por todas (tenho de dizer estas coisas baixinho, porque o carro é sensível e ainda decide fazer uma daquelas birras em que deixa de funcionar por uns tempos, só para me aborrecer)...



Se até ao carro novo o Ax decidir ficar parado, tenho estes, novinhos em folha, para voar até ao trabalho...


Aren't they cool? Os patins vieram acompanhados de joelheiras, cotoveleiras e umas luvas bem giras, mas acho que antes de os experimentar vou acrescentar uma protecção para os dentes. Mas só porque sofro de pés trapalhões, com uma queda terrível para...quedas.

Para além destes, recebi outros presentes que me fizeram bem feliz, como o bilhete para ir ver Mr. Eddie V. no próximo ano ou o conjuntinho W. Secrets. Parabéns para mim!

Nota: O postal é uma criação única, versão 2 em 1, com direito a mensagem de Parabéns escrita à mão pela Sra. Cientista e Feliz Natal em 6 línguas diferentes, cortesia da UNICEF.

quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

Coisas que não me fazem rir

Sismos horas depois de ter comprado uma almofada que vibra. Detesto desperdiçar dinheiro.

quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

Conversas de corredor

Em cinco minutos descobri que trabalho na Fábrica do Pai Natal, que pertenço à brigada da chaleira e que em vez da gripe da moda (sim, já faço parte das estatísticas não confirmadas...), passei mas foi 6 dias em casa com uma gastroenterite ou outra doença qualquer. As coisas que dizem das pessoas...

Hoje apetece-me...

...não ter frio, não ter sono, e, principalmente, deixar de ter a cabeça a latejar.

Mental note: não voltar a prolongar banhos em espaços que ainda cheirem a tinta fresca.

terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

All I want for Christmas…

Adoro listas. Adoro fazer listas de coisas que quero comprar, de outras tantas que gostava de ter, de coisas que tenho por fazer, de objectivos, de assuntos para escrever, de livros que tenho para ler...Enfim, adoro listas! Adoro listas de desejos, mas acabei de perceber neste exacto momento, enquanto terminava mais uma, que detesto partilhá-las. Muito menos se tal for em jeito de "Carta ao Pai Natal, já que este ano fui muito boazinha e acho que ele precisa de saber o que quero receber". Comecei a pensar nisto depois de ter percebido que este ano já me cruzei com umas quantas destas, de gente bem crescida, que continua a insistir em pedir coisinhas ao senhor do fato vermelho. Pois bem, tenho uma má notícia para vos dar, caros adultos (e queridas crianças que já sabem ler e que por acaso acabaram por vir parar a estas linhas): O Pai Natal não existe!!!

Sei que não é da minha conta, sei que não sou obrigada a ler estas coisas, que não sou ninguém para opinar em relação aos desejos dos outros, mas tenho de dizer que me custa o mundo entender a publicação de listas com pedidos como "tapa-olheiras", pantufas fofinhas que viram numa loja do Colombo, máquinas de café fashion ou sapatos em 3 cores. Cartas ao Pai Natal, listas de desejos ou apelos à atenção de amigos e familiares para que saibam o que oferecer...chamem-lhe o que quiserem, mas não consigo deixar de pensar que é pedinchice da pura. Não quero ser hipócrita e pôr-me para aqui a escrever que o que quero no Natal é paz no mundo e acabar com a fome. Sim, dava jeito, mas também me dava imenso jeito um carro novo, uma casa, umas quantas séries e livros, mais uma quantidade de coisas que não fazem falta nenhuma, mas que me irão fazer muito feliz. E acreditem, tentei fazer uma, para entender a ideia. Fiz uma. Mas depois de perceber que podia comprar maior parte das coisas que tinha na lista na próxima visita que fizesse ao cento comercial, que não conheço ninguém com dinheiro suficiente para me oferecer as restantes e que duas ou três até não têm qualquer valor monetário, fiquei a achar uma idiotice ter pensado durante 3 segundos que seria boa ideia publicar os meus desejos natalícios.

A verdade é que acho que a magia de um presente está sempre naquele segundo que separa o rasgar do embrulho e o momento em que se encontra o que este esconde, na surpresa de descobrir que alguém de quem gostamos nos conhece bem ao ponto de saber que aquelas pantufas roxas vão ser a nossa cara, ou aquele livro com o qual se cruzaram tem o nosso nome escrito na capa e ainda não ocupa lugar na biblioteca lá de casa. Na alegria de saber que alguém gosta de nós ao ponto de querer gastar o que é seu para nos fazer feliz. Sem que tenhamos pedido. Mesmo que seja com um "tapa-olheiras". Mesmo que seja com Crunchies da Cadburys.

O que quero este Natal? Muita coisa inútil, e mais umas quantas que o dinheiro não consegue comprar. Feliz Natal!

Porque a vida sem anti-heróis seria bem mais cinzenta



"Dear Karen,

If you're reading this, it means I actually worked up the courage to mail it. So, good for me. You don't know me very well, but if you get me started I have a tendency to go on and on about how hard the writing is for me. But this... this is the hardest thing I ever had to write. There is no easy way to say this, so I'll just say it: I met someone. It was an accident, I wasn't looking for it, I wasn't on the make. It was a perfect storm. She said one thing and I said another and the next thing I knew I wanted to spend the rest of my life in the middle of that conversation. Now there is this feeling in my gut that she might be the one. She is completely nuts in a way that makes me smile highly neurotic, a great deal of maintenance acquired. She is you, Karen... that's the good news. The bad news is that I don't know how to be with you right now, and that scares the shit out of me. Because if I am not with you right now I have this feeling we will get lost out there. Its a big bad world full or twist and turns and people have a way of blinking and missing the moment. The moment that could have changed everything. I don't know whats going on with us and I can't tell you should waste a leap of faith on the likes of me. But damn, you smell good, like home and you make excellent coffee. That has to count for something, right? Call me!

Unfaithfully yours,

Hank Moody "

segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Things that make me laugh

A Ana Malhoa diz-se copiada pela Rihanna, o Berlusconi apanhou uns tabefes e a PSP tocou à minha porta ontem à noite para avisar que me tinha esquecido de trancar o Ax.

sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Eles vão voltar...


quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

Mas...porquê?!

Estava a passar os olhos pela programação, quando percebi que vários canais da televisão por cabo dão episódios das "Feiticeiras" várias vezes ao dia. O que me leva a questionar...Porquê? É alguma forma nova de tortura inventada para fugir as não permitidas pela Convenção de Genebra? Já não chegam as telenovelas de carácter duvidoso e os "dança comigo no chão encerado do corredor 9 do continente"? Juro, não percebo.

quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

Saudades do Verão

Está tanto frio, que a água do meu lavatório da casa-de-banho saí em forma de granizado. Ontem, quando fui lavar os dentes antes de me deitar, distraí-me e acabei a beber uma caipirinha.

terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

Pró Natal, o meu presente, eu quero que seja...

...um Eddie Vedder, um Eddie Vedder lá lá lá lá.



P.S.- Mas se existir por aí uma alma caridosa que me queira oferecer um fiat 500CC novo, também se aceita, ok? Eu não sou esquisita com presentes.